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As mudanças na educação

Atualizado: 4 de Set de 2020

Autora: Caroline Placca


Pensar a educação do Século XXI se tornou um desafio para todos da comunidade acadêmica, afinal, a sociedade da informação trouxe mudanças tão profundas em nossa dinâmica social que o tradicional modo de educar passou a ser obsoleto e alcançou pouco resultado diante do novo perfil dos(as) alunos(as).


Actualmente, vivemos em uma sociedade inserida em uma dinâmica de permanente mudança, resultado dos avanços tanto na área de ciência como na tecnologia. Essa sociedade da informação alterou a forma como nos relacionamos e, consequentemente, também teve seus impactos na educação. (COUTINHO; LISBOA, 2011)


Nesse novo paradigma, é necessário ressignificar os princípios gerais do sistema educativo. Destaca-se aspectos como a importância do aluno(a) reconhecer a relevância do conteúdo ministrado em sala de aula, a possibilidade de apropriação desse conhecimento em sua vida e aplicabilidade em dinâmicas sociais. (COUTINHO; LISBOA, 2011)


No mais, ressalta-se como importante perspectiva da educação do futuro o reconhecimento dos talentos dos(as) alunos(as), o estímulo e auxílio ao seu constante desenvolvimento, possibilitando, inclusive, o encanto e paixão desse estudante com a disciplina ministrada e conhecimento adquirido. (COUTINHO; LISBOA, 2011)


De maneira geral, a educação deve possibilitar um desenvolvimento integral que estimule habilidades e competências para uma dinâmica actuação social, estimulando análise de contexto, trabalho em grupo, criatividade e empatia.


Aliado a isto, é essencial a compreensão dos diferentes ambientes de aprendizado. O conhecimento pode ser trabalhado a partir de diferentes meios e cada tecnologia educacional tem suas especificidades que precisam ser consideradas no processo educativo.


O ensino à distância, largamente utilizado durante a pandemia do COVID-19, é um exemplo disso. Entre as diversas especificidades do ambiente virtual, destaca-se que uma videoconferência requer maior foco do aluno que uma conversa na qual ambas as partes estão fisicamente presentes. O fato do(a) aluno(a) e do(a) professor(a) estarem distantes, impõe um maior esforço para o processamento de informações não-verbais como expressões faciais, o tom da voz e linguagem corporal; e esse empenho extra é exaustivo e implica um maior desgaste. (JIANG, 2020)


Por isso, há a importância quanto ao conhecimento dessas especificidades pelo(a) professor(a) e a selecção, por parte dos(as) alunos(as), de cursos que compreendam essas diferenciações e as considerem no momento do compartilhamento do aprendizado.

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