Inteligência Emocional

Inteligência emocional é um termo que se tornou muito comum em todos os setores – principalmente quando se fala em liderança e sucesso na carreira. Ainda assim, o tema inteligência emocional, por incluir habilidades consideradas soft skills, pode inspirar questionamentos sobre sua relevância e validade.


Pensando nisso, elaboramos um e-book completo que traz um pouco sobre a história do que hoje conhecemos como Inteligência Emocional, conceitos, casos e também um exercício de reflexão sobre liderança e Inteligência Emocional com seu conjunto de competências.


O que é Inteligência Emocional


O termo Inteligência Emocional, desde a década de 1960, já aparecia em trabalhos da área da Psicologia. O conceito ganhou força dentro e fora da academia a partir de um trabalho de 1990 de dois cientistas: Peter Salovey e John Mayer, chamado "Emotional Intelligence".


A pesquisa focou na compreensão do funcionamento das dinâmicas subjacentes às formas de adaptação emocionais positivas e negativas.


Esta pesquisa científica buscou pontuar os lugares em que as emoções ocupavam nas ideias sobre inteligência desenvolvidas até então. Na época, ainda prevaleciam conceitos de QI e de habilidades técnicas como as únicas determinantes do sucesso na carreira.


Eles criaram uma base para pesquisas relacionadas às habilidades emocionais, trazendo um forte impacto dentro do mundo académico que reverberou, apesar das diversas críticas.


As primeiras 4 principais habilidades da Inteligência Emocional, de acordo com este estudo de 1990, são:

  • Perceber emoções

  • Usar as emoções

  • Entender as emoções

  • Gerenciar as emoções

A pesquisa tanto evoluiu que incorporou um outro pesquisador, David R. Caruso. Juntos, em 2016, os autores publicaram uma versão revisada sobre inteligência emocional, incluindo subitens e diversos outros princípios. São estes também os criadores do teste de avaliação de Inteligência Emocional, em Inglês o Mayer-Salovey-Caruso Emotional Intelligence Test (MSCEIT).


Mesmo com o forte impacto no cenário mundial, o termo Inteligência Emocional permaneceu no âmbito académico por algum tempo, até o lançamento do livro de 1995, quase homónimo, "Emotional Intelligence: Why It Can Matter More Than IQ", de Daniel Goleman.


Goleman foi o grande propulsor do conceito de Inteligência Emocional para além do âmbito académico, com essa obra virou best seller e conquistou o mundo – principalmente o corporativo – que naquele momento sofria as consequências do foco exclusivo em QI e conhecimento tecnológico como determinantes para o sucesso. Basicamente, ele mostrou que ocoeficiente de inteligência – Emotional Quotient ou EQ – potencializa todas as outras habilidades, aquelas consideradas como hard skills. Ou seja, alto QI e alto conhecimento técnicos precisam da EQ para serem potencializados.


Este resumo rápido despertou a tua curiosodade? Então recomendamos que para saber tudo sobre Inteligência Emocional, baixes o e-book gratuito.





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