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4 livros de empreendedorismo que todo empreendedor deveria ler

Quando pensas em empreendedorismo e sucesso, pensas no hábito da leitura como elemento fundamental? Há livros de empreendedorismo muito importantes, que deveriam estar na tua lista.


Talvez não.

Talvez sim.


Porém, o fato é que todo empreendedor deveria ler.


De acordo com este artigo, Bill Gates, CEO da Microsoft, por exemplo, costuma ler 50 livros por ano, o que equivale a 1 livro por semana. Ele não é o único leitor ávido nesta lista.


A Oprah Winfrey já declarou que o hábito da leitura foi sua ponte para a liberdade. Além disso, ela mantém há muitos anos um clube de leitura – selecionando obras a dedo – que indica periodicamente a seus espectadores.


Existem diversas listas sobre os melhores livros para empreendedores.


O interessante sobre os dados acima é que estes grandes líderes nem sempre lêem livros de empreendedorismo.


A leitura, para eles, é uma forma de expandir ideias e percepções.


Se já empreendes, com certeza passaste ou passas por dificuldades em diversas questões em tua vida profissional. Pode ser que alguém já tenha passado por estas mesmas situações e tenha até escrito um livro. Imagina quanto tempo e recursos podes poupar com uma rotina de leitura?


Podes estar a pensar – como conseguir tempo para tanta leitura?


O importante é o gerenciamento de tempo. Dedicar um tempo aos estudos e desenvolvimento é essencial para o sucesso na carreira, em qualquer área.


Claro, há tarefas e prazos, mas priorizar atividades é essencial se queres avançar em tua de carreira. Aqui apresentaremos 4 sugestões de livros de empreendedorismo para potencializar tua jornada.


Por que todo empreendedor deveria ler


Empreendedores das mais diversas indústrias e setores constantemente enfrentam desafios. O fato é – todos os problemas que empreendedores encaram, muito provavelmente já foram encarados por outros. Pode ser que estes “outros” possam ensinar-te como superaram os obstáculos.


A leitura pode trazer diversos benefícios:

  • Resolver problemas

  • Abrir-te para novas possibilidades

  • Embasar escolhas

  • Estimular a criatividade

Nunca tivemos tanto acesso à tecnologia e informação. A revolução digital ampliou o acesso a obras, com a oferta, por exemplo, de livros em formatos digitais.


Muitos ainda preferem a leitura em cópia, mas a opção de livros digitais traz o benefício da praticidade, já que podem ser lidos em dispositivos móveis. Basta escolher qual a melhor opção para ti.


4 livros que todo empreendedor deveria ler

Dar e Receber

Neste livro, Adam Grant define três tipos de personalidades:

  • Doadores

  • Tomadores

  • Compensadores

Psicólogo e pesquisador da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, Adam Grant, em Dar e Receber traz reflexões sobre estes três tipos de personalidade. Ao indentificarmos-nos entre estas três personalidades, podemos tomar consciência sobre como nos relacionamos pessoal e profissionalmente.


Os tomadores são aqueles que sempre buscam extrair o máximo das pessoas em suas relações. Os compensadores são aqueles sempre atentos à equilibrar a troca, dando e recebendo na mesma medida. Já os doadores são aqueles que doam-se livremente.


Qual destas personalidades imaginas que seja mais propensa ao sucesso? O autor mostra que um subtipo específico do doador (ele define dois tipos) é mais bem-sucedido em qualquer área.


O Jogo Infinito

Colega de Adam Grant, Simon Sinek em O Jogo Infinito” estabelece um paralelo entre o mundo dos negócios e dois tipos de jogos:

  • Finitos

  • Infinitos

Nos jogos finitos, assim como nos negócios tocados com esta mentalidade, há regras pré-determinadas. Os jogadores terminam quando atingem um objetivo.


Já nos jogos infinitos não há regras fixas – estas estão em mutação constante. Neste tipo de jogo pouco importa o vencedor, o valor está em continuar no jogo. O jogo infinito só acaba quando um dos jogadores decide retirar-se.


O autor mostra que aqueles com disposição para tocar negócios como se fossem jogos infinitos tendem a chegar mais longe.


O Antifrágil

No mundo corporativo e empreendedorismo, fala-se muito sobre controle. Internamente, claro, o controle é necessário e desejável. Mas e externamente, temos o controle sobre circunstâncias?


Nassim Nicholas Taleb atuou durante 21 anos no mercado financeiro, até que iniciou sua carreira como pesquisador nas áreas de filosofia e matemática, buscando trazer soluções para problemas práticos através da probabilidade.


Em “O Antifrágil”, o autor traz uma visão inovadora. O antifrágil, perante circunstâncias caóticas, se reinventa e se beneficia com caos. Já o frágil quebra, e o resiliente (ou robusto) apenas se reconstrói. Essas qualidades não dizem respeito apenas às pessoas. O autor traz exemplos de formas de adaptação de diferentes sistemas complexos perante a imprevisibilidade e eventos disruptivos.


Em sua obra anterior, “A Lógica do Cisne Negro” o mesmo autor definiu esses eventos inesperados como cisnes negros. É uma leitura complementar muito interessante para entender melhor o “O Antifrágil”.


Mudanças políticas, econômicas e sociais – qualquer tipo de evento disruptivo pode ser considerado um cisne negro. Taleb argumenta que padecemos de uma certa cegueira perante a aleatoriedade, dada nossa tendência psicológica a simplificar, sempre explicando eventos passados em termos lógicos de causa e efeito.


Estratégia do Oceano Azul


Este livro de W. Chan Kim and Renee Mauborgne é uma excelente referência de leitura para empreendedores – pode ser principalmente relevante para quem busca livros para abrir um negócio. “A Estratégia do Oceano Azul” traz como ideia central a inovação como estratégia de diferenciação.

Os autores trazem metáforas interessantes para definir dois tipos de mercado.

  • A primeira imagem é de um oceano vermelho, cheio de tubarões – um mercado totalmente dominado e com limites bem definidos.

  • A segunda, do oceano azul, é de um mercado totalmente livre e inexplorado.

As empresas do oceano vermelho (sangrento) são aquelas que mantém uma estratégia altamente competitiva, buscando crescer de acordo com os movimentos de seus competidores.


Já as empresas do oceano azul são aquelas cujo foco é encontrar oceanos azuis, inexplorados e onde a competição é irrelevante. Aqui, a inovação é a chave estratégica.


Através da apresentação de casos de sucesso, a ideia do oceano azul torna-se mais clara.


Os autores sugerem que toda energia do empreendedor seja direcionada à busca destes oceanos azuis. Nesse sentido, o importante é permanecer atento às possibilidades inovadoras, ao invés de investir em ultrapassar a competição.


Para finalizar, que tal uma dose de inspiração para trazer o hábito da leitura para teu cotidiano?






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